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Alexandre de Moraes negou prisão preventiva de Jair Bolsonaro — Foto: Antonio Augusto/STF. |
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A denúncia foi apresentada pela vereadora Liana Cristina Cirne (PT-PE), motivada por um ato convocado por Bolsonaro no Rio de Janeiro, em março, em apoio à anistia dos condenados pelos eventos de 8 de janeiro de 2023.
Moraes negou o pedido, argumentando que a vereadora não possui legitimidade para apresentar tal solicitação diretamente ao STF. Além disso, o ministro seguiu o entendimento da PGR, que destacou que representações desse tipo devem ser encaminhadas à polícia ou ao Ministério Público, órgãos competentes para tais medidas.
Na decisão, Moraes concordou integralmente com a PGR. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, afirmou que a concessão de anistia é uma questão de lei ordinária, sob responsabilidade do Congresso Nacional. Ele também destacou que manifestações pacíficas em favor da anistia não configuram ilícito penal e estão dentro dos limites da liberdade de expressão, garantida constitucionalmente e pautada pela responsabilidade.
Portal Picuí Hoje com informações do R7.


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